"Tenho dó das estrelasLuzindo há tanto tempo,Há tanto tempo...Tenho dó delas.Não haverá um cansaçoDas coisas,De todas as coisasComo das pernas ou de um braço?Um cansaço de existir, De ser,Só de ser,O ser triste brilhar ou sorrir...Não haverá, enfim,Para as coisas que são,Não a morte, mas sim,Uma outra espécie de fim,Ou uma grande razão-qualquer coisa assimComo um perdão?"Fernando Pessoa
há coisas que não têm fim, a essas chamam-se eternas.
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